O Xis é o lanche de Porto Alegre. Não o mais instagramável, não o mais gourmet — o mais verdadeiro. Prensado na chapa, servido quente, consumido de pé ou sentado num balcão de ferro enquanto a Cabral vive lá fora. Ele sempre foi o lanche da noite gaúcha. Só nunca tinha tido uma casa à altura. A Prensa nasceu para resolver isso. Uma identidade construída a partir do único produto que Porto Alegre pode chamar de seu, num espaço que respira a mesma densidade da cidade depois das dez da noite: ferro, luz baixa, atitude sem performance. A marca não imita boteco com atitude. Ela é esse lugar.
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O nome vem do ato. Prensar o xis não é um detalhe de processo. É o gesto que define o produto. Direto, honesto, derivado do que acontece na chapa. Esse naming ancora toda a personalidade da marca: sem rodeios, sem artifício, com atitude. Uma marca que não precisa explicar o que é porque o nome já diz.






O sistema visual foi construído em torno de três pilares que se reforçam: cores com energia que comunicam vibração e juventude sem cair no infantil, um mascote com atitude que dá personalidade e memorabilidade sem precisar de texto, e frases de marca que provam que o produto tem ponto de vista.






A embalagem é o primeiro ponto de contato físico com a marca. Para a Prensa, ela precisava ser tão direta quanto o produto: sem invólucros que prometem mais do que entregam. O material fala com a mesma honestidade do xis que carrega.







A identidade foi pensada para funcionar como sistema, não apenas como logo. Vestuário, sinalização, redes sociais: cada ponto de contato reforça a mesma personalidade. A marca que as pessoas carregam no uniforme é a mesma que aparece na chapa, na embalagem e no feed. Consistência não é repetição. É reconhecimento.





O resultado é uma marca que eleva o xis de produto de conveniência a produto com ponto de vista. Porto Alegre tem um patrimônio gastronômico genuíno que nunca teve uma casa à altura. A Prensa é essa casa.



